O quê?
Promovendo a cultura de Propriedade Intelectual: um projeto inovador que integra o uso de patentes ao ensino de laboratório de química.
Um projeto inovador que integra o uso das patentes no ensino da química de laboratório — promovendo a cultura de Propriedade Intelectual por meio de hackathon, metodologias ativas e gamificação.
Promovendo a cultura de Propriedade Intelectual: um projeto inovador que integra o uso de patentes ao ensino de laboratório de química.
Metodologias ativas e gamificação em ação: um hackathon desafia alunos a explorar patentes e transformar tecnologias em práticas inovadoras para o ensino de química experimental.
Fortalecendo a inovação: o projeto aborda a lacuna no conhecimento de Propriedade Intelectual para impulsionar a competitividade, a transferência tecnológica e o desenvolvimento econômico.
Metodologia inovadora: integração de patentes ao ensino de química com etapas estruturadas — buscas no estado da técnica e da arte, análise e relatórios descritivos, adaptação para laboratório, validação com estudantes e medição de maturidade pelo Teaching Practices Readiness Level.
Busca em base de dados de patentes
Análise de tecnologias patenteadas
Adaptação para aplicação laboratorial
Validação com os estudantes
Medição via escala TPRL
Escala de maturidade inspirada na TRL da NASA para medir a evolução das práticas didáticas. Clique em um nível para ver os detalhes.
Identificação dos princípios fundamentais sem experimentação prática.
Identificação dos princípios fundamentais da prática de laboratório. Nessa fase, o conceito é explorado e a relevância educacional e científica é discutida, mas ainda não há experimentação prática.
A Maratona da Propriedade Intelectual (PI) é um projeto acadêmico que visa fortalecer a cultura de propriedade intelectual e inovação no Brasil, promovendo a integração entre estudantes, pesquisadores e o setor produtivo. O evento utiliza metodologias ativas de ensino, como hackathons e gamificação, para capacitar alunos na busca e análise de patentes e na adaptação de tecnologias para o ensino experimental de química.
A proposta se justifica pela carência de conhecimento sobre PI no meio acadêmico e pela baixa taxa de transferência de tecnologia para a indústria. Ao explorar patentes como fonte de conhecimento tecnológico desde o ensino médio e superior, busca-se aumentar os índices de inovação, reduzir a dependência tecnológica externa e fortalecer a interação entre universidades e empresas.
O principal objetivo é capacitar estudantes de graduação e pós-graduação no uso estratégico da PI. Para isso, as atividades incluem busca em bases de dados, análise de tecnologias patenteadas e adaptação dessas tecnologias para aplicação no ensino laboratorial. O evento promove a colaboração entre estudantes e tutores especializados em inovação e propriedade intelectual.
A metodologia inclui a criação de uma escala de maturidade das práticas didáticas, denominada Teaching Practices Readiness Level (TPRL), inspirada na TRL da NASA, para medir a evolução das propostas. O projeto conta com diversas fases: recrutamento de tutores, desenvolvimento de materiais, tutoria online, análise de patentes e validação das práticas.
Os resultados esperados incluem o envolvimento de 250 estudantes de 60 instituições, a criação de 130 práticas didáticas e a publicação de um livro com as 40 melhores propostas. A premiação contempla valores em dinheiro para os quatro primeiros colocados. Pretende-se consolidar a Maratona como uma metodologia replicável para o ensino de PI e inovação no Brasil.
GEIT — Grupo de Estudos em Inovação e Transferência de Tecnologia
SILTLab e parceiros institucionais
Departamento de Química — UFOP
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