Modelos de inovação
Modelos clássicos e contemporâneos: linear vs não-linear, Triple Helix, Open Innovation, inovação orientada a missão e o Quadrante de Stokes.
Modelos tratados na disciplina
Visão sequencial clássica: pesquisa básica → pesquisa aplicada → desenvolvimento → produção → mercado. Útil como esquema introdutório, mas insuficiente para descrever processos reais de inovação.
Reconhece feedbacks, paralelismos e múltiplas entradas entre pesquisa, desenvolvimento e mercado. Aproxima-se da realidade observada em deeptechs e indústria química.
Articulação universidade–empresa–governo como motor da inovação, com sobreposição de papéis e ambientes híbridos (NITs, parques tecnológicos, incubadoras).
Estratégia de inovação aberta: fluxo bidirecional de conhecimento entre a organização e seu ecossistema externo (parceiros, universidades, startups).
Direcionamento da inovação para grandes desafios sociais, ambientais e tecnológicos (saúde, transição energética, segurança alimentar) — alinhada às políticas públicas de CT&I.
Categorização da pesquisa em quatro quadrantes (Bohr, Edison, Pasteur, Peterson) considerando a busca por compreensão fundamental e a relevância de uso. Ferramenta crítica para discutir pesquisa básica vs. aplicada.